Amigos Testemunhas de Jeová

Eles fazem parte da grande “nuvem” de testemunhas da qual o apóstolo Paulo falou. Todos eles eram amigos de Deus. — Hebreus 12:1. 3 Vamos estudar agora o exemplo de três amigos de Jeová: (1) Rute, uma jovem viúva de Moabe que foi leal, (2) Ezequias, um rei de Judá que foi fiel, e (3) Maria, a mãe de Jesus, uma Pais, ajudem seus filhos a se tornar amigos de Jeová. As atividades incluem lições de vídeo, músicas e atividades para imprimir. 5/out/2020 - Explore a pasta 'MUSICA DO REINO' de Juju Moki, seguida por 481 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Canticos do reino, Testemunhas de jeova, Mensagem de jeova. Testemunhas de Jeová - Amigos lol Amizade verdadeira existem ainda mais quando sao abençoadas por nosso Deus Jeová. Follow by Email. sábado, 12 de novembro de 2011;; Familia Brasil Postado por Testemunhas de Jeová- Amigos lol às 12:23 Nenhum comentário: Enviar por e-mail BlogThis! Não, a Bíblia mostra que todos nós podemos ser amigos de Deus. 2 A Palavra de Deus tem muitos exemplos de homens e mulheres que temeram a Jeová, tiveram fé nele e se tornaram seus amigos. (Leia Salmo 25:14.) O apóstolo Paulo escreveu sobre ‘uma grande nuvem de testemunhas’, servos fiéis que sem dúvida eram amigos de Deus. 14/abr/2018 - Explore a pasta 'Testemunha de jeová' de Savim Tavares no Pinterest. Veja mais ideias sobre Mensagem de jeova, Testemunhas de jeova, Jeová deus. Testemunhas de Jeová - Amigo de Verdade (Letra e música para ouvir) - Quando você se sentir muito só / Olhe ao seu redor / Você vai ver que existe alguém / Que só quer o seu melhor / Alguém que é leal / Que ama a Jeová /

Uma ligação pode mudar seu dia!

2020.06.03 07:57 marcoshsq Uma ligação pode mudar seu dia!

Algo curioso, aconteceu comigo há algumas semanas, recebi uma ligação de uma testemunha de Jeová, uma senhora muito simpática perguntando se eu gostaria de ouvir a palavra de Deus, e eu, mesmo sendo ateu, por não querer ser rude disse que sim, após ela ler um versículo da Bíblia e dizer sua interpretação perguntou se poderia me ligar na próxima semana pra dizer outra palavra, e isso já faz uns 2 meses, e o pior é que a ligação dela é um dos pontos altos da minha semana. Nunca fui um ateu combativo, tenho minhas convicções, mas respeito a fé das pessoas, mas nunca me interessei por teologia, ou esse tipo de coisa, mas eu realmente gosto de discutir com essa senhora as nossas interpretações diferentes das passagens que ela lê. E eu fico muito feliz de conversar com alguém, já q a maioria dos poucos amigos que eu tenho só falam comigo se eu entrar em contato primeiro.. Acho q a conclusão que eu posso fazer é, se você pode, ligue pra alguém, ou msm mande uma msg pergunte como a pessoa está, e se importe com a resposta, isso pode fazer o dia de alguém melhorar.
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2020.04.13 10:50 Kumiyo123 MEUS RELATOS COMO TESTEMUNHA DE JEOVÁ:...

Meu nome é Larissa e eu tenho 23 anos hoje, minha vida com os TJs começa quando eu tinha 2 anos, não me lembro direito da época, Mas a minha mãe tinha entrado para a religião e logo quase toda a família entrou, principalmente o meu avô. Desde pequenos, fomos ensinados sobre o Armageddon e sempre nos botavam medo para assim seguir Jeová, eu sempre via as outras crianças comemorando aniversário e se divertindo, comendo doces que pareciam ser bons e eu nunca tive isso, apesar de na época eu não questionar a religião, eu sentia algo na época, como se eu quisesse me libertar. Queria comemorar todas as festas natalinas, a família reunida, coisa que nunca tivemos na família porque mesmo sendo testemunhas de Jeová, eles agiam como a encarnação do demônio, falavam mal do outro e constantemente cometiam pecados, ou eram hipócritas, isso não era só na minha família, ou na assembleia dos TJs, mas no mundo inteiro. Sempre fui orientada a não conversar com pessoas de outras religiões, até quando eu tinha 12 anos e um menino de 15 anos me salvou de ser atropelada por uma perseguição policial, eu fui conversando com ele até minha casa, e quando cheguei lá meu pai viu e expulsou ele, bem bravo, nunca passei tanta vergonha na minha vida, ele me esculachando, a família toda de platéia lá fora e os vizinhos vendo aquela família que nunca falava com eles, colocando seu verdadeiro demônio para fora. Por causa dessas e outras coisas, eu desenvolvi algumas síndromes e problemas que tenho até hoje, principalmente em questão de socialização, bem como o medo que sentia de conversar com outras pessoas por achar que representavam tudo de ruim no mundo, e que Jeová Deus não permitia. Lembro de uma festa na escola (na época os TJs eram novos na nossa cidade, até esse ponto uma escola das TJs havia sido criada na cidade mas meu pai estava tendo problemas burocráticos para me tirar de lá) e era uma festa tão linda, de páscoa, uma empresa nos deu ovos de chocolate e mostrou alguns vídeos e fotos sobre união em família e o que Jesus queria para a gente, no final cantamos o hino, porque o prefeito estava lá.. Cheguei em casa e meu pai descobriu que eu participei de festas pagãs e também cantei o hino nacional, ele me bateu e até hoje não esqueço toda a humilhação que ele me fez passar 😭😭 eu me escondi de baixo da cama, então ele tirou o colchão e ficou com a ponta da vassoura batendo em mim de baixo da cama, quebrou até meu dedo, e minha coluna ficou doendo por 2 meses, esse foi o estopim para logo logo meu pai me tirar da escola pública. Aos 14, conheci o movimento homossexual, a minha religião o abominava, mas eu achei uma luta justa pelos direitos iguais, e me lembrei do que Jesus disse no telão da escola na páscoa "eu amo a todos como iguais", e comecei a questionar se a bíblia foi algo criado por humanos para estabelecer seus controles sob outras pessoas e que Jesus não queria isso. Aos 15, meu irmão nasceu com 28 semanas e seis dias, ele tinha 1.2 kg, e precisou ser internado e precisando de transfusão de sangue, minha mãe não deixou.. e abriu um processo jurídico contra os médicos que queriam a todo custo impedir que o bebê morra, porque eles disseram "eu entrei para este trabalho para salvar vidas, o bebê que não tem chance de sobreviver sem o sangue, ele não tem consciência" e então no meio do processo jurídico que ficou demorado, ele morreu.. Foi uma péssima experiência, a família toda chorando, e foi aí que eu comecei a ter raiva da religião por ter matado meu irmão. Com o choque, fomos pro Japão quando eu tinha 15 anos, por causa de um amigo do meu pai, mesmo contra a minha vontade. Após isso, ninguém parava em casa a não ser eu, porque minha mãe e meu pai passavam o dia todo trabalhando na fábrica de confecção do amigo dele. Foi aí que eu conheci um garoto que era Brasileiro, ele me ajudou a ver o mundo de forma diferente, o que antes era medo e vontade de ir ao paraíso para finalmente a minha dor acabar, se transformou em amor, carinho, afeto, preocupação, eu tinha muito ciúmes dele na época por ele ser popular (nem tanto, mas como eu era extremamente anti-social eu achava), mas isso não dava briga, só fortalecia nossa amizade, ele me ensinou algumas coisas do idioma local também. Até que um dia eu e ele transamos, eu decidi contar para a minha mãe porque eu confiava nela, ou pelo menos o que os "outros" falavam sobre relação materna, aí depois disso, minha vida chegou ao inferno.. Ela começou a me ignorar, nem meu pai entendia, ela começou a delegar as tarefas de casa todas para mim, tendo dias que até mandava a empregada ficar em casa. E então ela decidiu contar para as testemunhas de Jeová que haviam no Japão, por julgamento, decidiram que eu deveria ser expulsa... E bem, 6 meses no Japão apenas e minha mãe me expulsou de casa, mesmo sem eu saber o idioma 😢 comecei a viver na rua, meus familiares até me viam na rua e me ignoravam, e eu me escondia do garoto que eu amava por achar que ele iria me julgar como todo mundo, até que um dia (4 dias após eu ter sido expulsa) ele me encontrou quando eu não estava vendo e me acolheu, me ofereceu até um emprego na fábrica do pai dele alguns anos depois, hoje em dia, ele é o meu marido e a pessoa com desejo ter 2 filhos 🥺❤️ viajamos o mundo, eu finalmente me libertei da religião, e conheci outras ótimas... Um tempinho depois, eu voltei a visitar meus parentes que não eram TJs, e foi aí que eu percebi que Jesus Cristo tinha dito "ame o próximo como ama a si mesmo" e as TJs não ensinavam isso, ensinavam a abandonar quem não era da religião, abandonar os familiares, aonde que isso é amor??? O problema é que muitas vezes testemunhaa de Jeová convertem pessoas vítimas de algum sofrimento na vida mostrando versículos da Bíblia específicos, mas não mostram todo o resto, que é o amor de Jesus Cristo, o seu principal ensinamento, após... Só tive um pouco de dificuldade para entrar no mercado pois passei a vida toda estudando a bíblia, e a escola pública era muito ruim, ainda mais numa cidade do interior. Hoje eu moro no Chile com meu marido, falamos 4 idiomas (inglês, português, espanhol, francês) e estamos planejando ir para a Austrália para assim nos casarmos e sermos felizes para sempre, e esquecermos o passado 🥰❤️
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2020.04.04 01:17 95_zero Meu "amigo" me bloqueou das redes e eu nem ao menos sei o porquê.

Eu tinha um amigo e a nossa amizade tinha mais ou menos uns 9 anos. Sempre fomos muito próximos, dentro do possível dessa vida contemporânea corrida. Tínhamos uma relação de irmãos (nos chamávamos assim, na verdade), e eu ia batizar a filha dele. Quando ele engravidou a ex-namorada acidentalmente, eu estive do lado dele buscando soluções que pudessem confortá-lo; quando a ex-namorada dele enchia o saco por não aceitar que ele mexesse com ocultismo, sendo ela evangélica, eu estive do lado dele dizendo palavras reconfortantes que mostrasse a ele que não estava errado por gostar dessas coisas. Ele sempre foi muito ligado à espiritualidade, principalmente a não convencional, e um dia ele me mandou um áudio de oito minutos me dizendo que estava amando estar na umbanda e tinha encontrado o lugar que realmente as pessoas o acolhiam, e logo ele iria se batizar. Eu chorei ouvindo porque sei o quanto ele já sofreu convivendo com a família Testemunha de Jeová que sempre o julgavam, e fiquei feliz por ele ter encontrado um lugar em que se sentisse 100% bem.
Ultimamente não estávamos conseguindo nos ver devido à correria, e eu percebi que havia um distanciamento da parte dele em relação a mim há um tempo, porém como ele sempre foi um rapaz problemático, eu ignorei. Nunca cobrei nenhuma postura dele porque eu o aceitava do jeito que ele era. Se queria conversar hoje, ok. Se não, ok também, respeito seu espaço.
Aí hoje eu tive um insight... Aqueles que você para e pensa "nunca mais eu vi fulano nas redes sociais", e fui atrás dele. Ele me bloqueou no zap e no Instagram. Motivo: eu não sei. Na verdade, eu suspeito, mas se for realmente isso, acho que realmente é melhor ficar longe de certas pessoas. Um dia estávamos conversando sobre uma menina que é ex de nós dois, e ele não falava com ela porque ela tinha deixado ele pra ficar com outro cara. Nunca tivemos problema com isso, de verdade. E nessa conversa eu disse a ele que achava ela muito bonita, porém ele não havia me contado que tinha retomado as relações com essa menina e que eles estavam ficando. A partir daí ele começou a me tratar estranho. Isso foi em janeiro.
De toda forma, eu tô confuso. Dói porque eu sinto que fui apunhalado pelas costas, porque sempre fiz de tudo por ele. Mas enfim, é a vida. Desculpem o longo texto.
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2019.07.31 00:06 MajesticUnicorn28 O que fariam na minha situação?

Boas pessoal em primeiro lugar quero dizer que por razões óbvias é uma throwaway account.
Estou numa situação no mínimo fodida, existem uma grande história à volta disto mas vou tentar resumir de forma a não maçar muito a quem lê.
Tenho 22 anos, faço 23 antes de acabar o ano e vivo em Lisboa.
Estou neste momento em vias de me inscrever no 3º ano de um CTESP de Programação e Sistemas de Informação e ando meio perdido. O CTESP tinha a duração de apenas 2 anos e posso dizer que de 15 cadeiras + estágio ainda só conclui 5.
Previamente fiz um curso profissional de Gestão Desportiva(incentivo dos meus pais basicamente).
Na altura estagiei e dei aulas de Educação Física a todo o tipo de pessoas(algumas com mais de 25 inclusive e eu com os meus 18).
Ou seja mudei de Desporto para Informática que nada tem a ver.
Escusado será dizer que de matemática tenho 0 bases e que apesar de assistir às aulas e ter uma explicadora mesmo assim é lixado.
Agora aqui é que a situação fica lixada.
Basicamente nasci num culto e isto está-me a arruinar a vida lentamente.
Os meus pais são Testemunhas de Jeová e já o eram quando eu nasci.
Cresci na religião mas nunca liguei muito(sou ateu desde que me lembro), no entanto e apesar de ter falado com os meus pais sobre a minha posição, aos 17 anos fui obrigado a me matizar ou seja a tornar me uma testemunha de Jeová oficial, ou era isso ou era a opção de fazer 18 anos e porem-me no olho da rua(sim estou a falar a sério).
Escusado será dizer que não tenho uma boa relação com os meus pais e já sai de casa duas vezes, uma aos 17 e outra aos 19 e prometi a mim mesmo que á terceira era para não voltar.
Ora devido à merda do culto que é nunca foi opção fazer amigos que não são Jeovás por isso basicamente não tenho ninguém neste mundo que me safe nem família nem nada.
Apesar disto consigo socializar sem problemas e até dar o primeiro passo para fazer amigos. O problema vem depois que não posso continuar a fazer as coisas normais que amigos fazem como ir sair e assim e acabo por nunca conseguir criar amizade com ninguém.
Já tive 2 namoradas e infelizmente há pouco tempo a minha namorada acabou comigo devido ao stress que eu inadvertidamente colocava nela através da pressão que os meus pais colocam em mim.(Ainda me estou a recuperar disto).
Para vos dar um exemplo eles não sabiam da existência dela nem podem saber. Isto porque os Jeovás só podem namorar e casar com Jeovás. Sexo é proibido apesar de já o ter tido regularmente sem problemas.
Sair à noite como já disse é um não e sempre que ia sair com a namorada para algum lado tinha medo de alguém me conhecer e ter sérios problemas, já para não falar que não podia atender o telefone em certas situações ou até mesmo tinha de ter cuidado a mandar mensagens.
Além disto redes sociais é um grande não. Fotos ou algo do género que gostaria de tirar com a minha namorada e talvez partilhar com o mundo é outro problema.
Mais o meu maior problema é sem dúvida a falta de fundos ou dinheiro.
Sei que o que tenho que fazer é sair de casa mas neste momento tenho apenas 800 euros na conta. Inicialmente fui para a área da Informática porque gostava de computadores e tal mas o maior motivador foi o dinheiro tenho de ser sincero.
Toda a gente com quem falava e falo ainda hoje em dia diz que informática dá dinheiro. Ora dinheiro é precisamente aquilo que eu preciso de forma a poder me sustentar neste pais com rendas absurdas, onde mesmo quartos que são divididos por 5 pessoas custam 200 euros...E não sou esquisito com ir morar para áreas menos "conceituadas" como Amadora, Odivelas ou afins...
Já fui a um psicólogo há pouco tempo e o conselho dele foi acabar o curso que me iria dar o dinheiro que ia precisar para ir à minha vida mas a verdade é que já estou há dois anos no curso e ainda só um terço está feito.
Não sou mau programador, tenho uma lógica boa mas mal me sento para estudar fico logo sem vontade e cada vez mais sinto que quero é ir trabalhar, além de que não me dá absolutamente gosto nenhum programar algo, compilar e ver o resultado. Isto é outro problema pois não sei em que sou bom nem qual é a área que quero seguir(provavelmente porque nunca me foi permitido desenvolver as minhas capacidades e experimentar coisas, era culto e mais culto para cima)
A família mais uma vez desempenha um papel nisto. Basicamente sem ser nas aulas não consigo estudar. Televisão aos altos berros e sou constantemente incomodado com as mais variadas merdinhas inclusive da religião já para não falar do tempo que gasto em ter de assistir às reuniões e ter de ir bater às portas(algo que odeio imenso).
Isto tudo não ajuda à minha motivação quando tenho N trabalhos e projectos para fazer e não consigo ter paz.
Ora o problema é mesmo que não quero acabar com 45 anos e a servir às mesas ou algo do género. Gostava apenas de uma carreira com mais estabilidade a todos os níveis.
De várias pessoas com quem já falei dizem todas que não tenho problemas em me relacionar com as pessoas de forma social. Começar e continuar uma conversa não é problema para mim.
Já trabalhei em vários sítios e tenho boa postura e apresentação.
Neste momento trabalho a part-time.
Portanto não sei o que fazer...
Na vossa opinião o que fariam na minha situação?
Iriam trabalhar ou continuavam a estudar para ter um trabalho melhor mesmo que a área não seja aquilo que gostam?
Sabem de alguma instituição que me possa ajudar ou algo do género?
Estou mesmo a chegar a um ponto de rotura e evitei durante muito tempo pedir ajuda mas não tenho ou conheço mais ninguém a quem o fazer.
Ah e já agora um detalhe importante, sim tenho carta e carro que foi onde gastei o dinheiro que ganhei no meu trabalho anterior.
Desde já agradeço qualquer comentário e qualquer pergunta estão à vontade que tentarei responder o melhor que consigo.
TLDR:
Nasci num culto. Não sei o que fazer da vida. Não tenho dinheiro nem trabalho que me permita viver sozinho. Preciso de conselhos do que fazer.
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2019.01.28 13:21 Antonio_Madaleno EX-TESTEMUNHAS DE JEOVÁ PARTICIPEM NESTE ESTUDO DE PSICOLOGIA! EX-JEHOVAH'S WITNESSES PARTICIPATE IN THIS STUDY OF PSYCHOLOGY!

EX-TESTEMUNHAS DE JEOVÁ PARTICIPEM NESTE ESTUDO DE PSICOLOGIA! EX-JEHOVAH'S WITNESSES PARTICIPATE IN THIS STUDY OF PSYCHOLOGY!
Caros(as) amigos(as),
Há já algum tempo que tenho o desejo de realizar um estudo sobre as ex-Testemunhas de Jeová, movimento religioso que conheço há 30 anos.
Para tal ser possível, inscrevi-me num doutoramento em Psicologia na Universidade de Algarve e pedi licença sem vencimento por tempo indeterminado.
O assunto da investigação gira à volta do chamado abuso psicológico (ou manipulação psicológica) em grupo, motivos para a saída das Testemunhas de Jeová e possíveis consequências dessa desfiliação na vida das pessoas. Também podem participar no estudo pessoas que, embora ainda não tenham abandonado oficialmente as Testemunhas de Jeová, já deixaram de se identificar com o grupo.
Os dados serão recolhidos através de um questionário que foi colocado online.
Podem participar portugueses, brasileiros, bem como outras pessoas que entendam o português. Apesar do questionário estar escrito em português de Portugal, penso que será compreensível para pessoas de outras nacionalidades.
O questionário encontra-se disponível neste link:
https://docs.google.com/…/1FAIpQLSfERyleec9qkd…/formResponse
Tenho a intenção de publicar os resultados deste estudo numa revista científica internacional. Para tal ser possível, é necessário que centenas de pessoas respondam ao questionário.
Por último, queria pedir o favor de responderem exatamente àquilo que é pedido. Por exemplo, se eu perguntar "Há quanto tempo saiu das Testemunhas de Jeová?" e alguém responder "Quando entrei para a faculdade.", por mais interessante que esta resposta possa ser, não permite o cálculo de correlações e terá que ser eliminada.
Grato pela atenção,
Alexandre RamosDoutor em Ciências da EducaçãoMembro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses
–––––––
Dear friends,

For some time now I have had the desire to conduct a study of Jehovah's Witnesses, a religious movement I have known for 30 years.

For this to be possible, I enrolled in a PhD in Psychology at the University of Algarve and applied for an unpaid leave for an indefinite period.

The subject of the investigation revolves around so-called psychological abuse (or psychological manipulation) in a group, motives for the departure of Jehovah's Witnesses and possible consequences of this disfigurement in people's lives. Also participating in the study are people who, although they have not yet officially left Jehovah's Witnesses, are no longer identified with the group.

The data will be collected through a questionnaire that was placed online.

Portuguese, Brazilian, as well as other people who understand Portuguese can participate. Although the questionnaire is written in Portuguese from Portugal, I think it will be understandable to people of other nationalities.

The questionnaire is available at this link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfERyleec9qkd-oa5S9V72O8FpMRryrQV3mrdiEmhqO_cBqnw/viewform?fbclid=IwAR204j1iSocyI-ljdC0gAItgGEMeOAc8qpXbxi0P8vG6Ex_9b4kTidudj3E

I intend to publish the results of this study in an international scientific journal. For this to be possible, it is necessary for hundreds of people to respond to the questionnaire.

Lastly, I would like to ask you to respond exactly to what is requested. For example, if I ask, "How long have you left Jehovah's Witnesses?" and someone responds "When I entered college." However interesting this answer may be, it does not allow the calculation of correlations and will have to be eliminated.

Grateful for the attention,

Alexandre Ramos
Doctor of Science in Education
Member of the Order of Portuguese Psychologists
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2018.07.29 07:37 Joaoom Passe livre das religiões

Esse post não ataca nenhuma pessoa, apenas sua religião. Esse post não foi feito para deixar as pessoas irritadas, se você discorda, por favor, mostre sua opinião.
A minha primeira pergunta é por que as religiões não podem ser discutidas abertamente. Por que a ideia de deus é considerado algo indiscutível, mesmo que não seja diferente de uma opinião política. Por que muitas pessoas são separadas de suas famílias, amigos, pois sua opinião é diferente? Inves de discutir sobre isso, é preferível descartar a pessoa pois minha religião é tão intocável que a simples ideia de estar próximo de alguem diferente é inaceitável.
Tambem gostaria de saber por que a ideia de uma escola religiosa é algo comum. Não no sentido de uma escola que tenha rituais religiosos ou coisas do tipo, mas uma escola onde o estudo científico é descartado em troca da sua opinião religiosa. Talvez você seja completamente oposto ao que eu vou dizer mas, não só dentro das escolas, mas dentro das casas; eu tambem sou contra a endoutrinação de crianças a uma religião. Não no sentido de fechar os olhos delas até que sejam adultos, mas, mostrar a essas crianças todas as opções que elas tem, deixar elas escolherem a partir da sua própria razão. Como exemplo, usarei a mim mesmo. Eu nasci numa família católica, desde criança fui levado a igreja, batizado, fiz crisma, tudo o que um bom cristão faria. Mas hoje eu sou ateu. Não tenho problema nenhum com a minha igreja, ou nada parecido, mas, a únuca coisa que restou de mim, depois de todos esses anos de endoutrinação religiosa, é o medo do inferno. Não é um medo que me prejudique em nada, mas, mesmo sem acreditar em nada, eu frequentemente fico acordado de madrugada pensando na possibilidade de sofrimento eterno. Como disse, não é algo que me prejudique por que não fui um seguidor por muito tempo, mas, existem pessoas com problemas reais, traumas, causados pela religião forçada. E, se abuso infantil significa alguma coisa, forçar UMA religião sem escolha a uma criança, está dentro desse significado. Mas a minha situação não é nada quando comparada a coisas mais extremas, como cultos sexuais. Mas tudo isso é jogado pra baixo do tapete, pois é produto de uma religião. Se eu multilasse os genitais de uma criança por uma opinião política, eu seria caçado Se eu multilo os genitais de uma criança por uma opinião religiosa, ninguem se importa. Sem nem mencionar o abuso sexual dos pastores(? n sei o nome certo) dos testemunhas de jeová, afinal, somente mencionar isso expulsa você do grupinho deles.
Gostaria de saber suas opiniões sobre os dois tópicos, por que são coisas aceitáveis na sociedade de hoje.
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2018.04.09 03:31 3nnkz Fui abusada, meus pais são tóxicos

Quero advertir a todos que lerem isso que eu nunca tive coragem de dizer o que vou dizer publicamente.
Resumo: Minha mãe m oprime com a religião. Meu pai tentou abusar aos 18 anos d mim qndo eu estava dormindo. Eles quase se divorciaram mas voltaram p causa da religião não foi por amor. Eu sou bissexual e não m encaixo no q meus pais acreditam.
Por favor, alguém me ajuda. Sou do Rio de Janeiro.

Por onde eu começo...
Eu tive uma infância feliz até meus 7 anos qnd tive a melhor festa d aniversário da minha vida. Em 2004, o homem q era meu exemplo d pai, meu avô materno, morreu e isso desandou tudo. Minha mãe virou testemunhas d jeová e me pai também. Tive q m afastar d amigos e familiares q n eram.
Eu era a neta q fazia os olhos d todos brilharem. Pois eu era extrovertida, brincalhona e esperta. Qnd m avô falava comigo ele m dizia p estudar e ser um orgulho p família.
Eu sabia q eu tinha ser alguém importante mas ele morreu sem ver o poço de depressão e ansiedade em q m encontro.
Meu pai n terminou o fundamental mas era trabalhador. Minha mãe foi criada pela minha avó q está viva mas abusava psicologicamente e agredia por ser uma pessoa ruim mesmo. Minha mãe sofreu aos 15 anos casando com o primeiro namorado. Foi estuprada e teve um filho. Largou os estudos. Teve um 2º filho, mas ele desenvolveu esquizofrenia depois da morte do meu avô.
Eu tenho depressão crônica desde então mas p eles eu tinha demônios no corpo. Pra piorar, eu conheci pessoas q me acolheram fora de casa. Comecei a namorar uma menina d Manaus. Me descobri bissexual. Fui expulsa d casa. Meus tios paternos m salvaram.
Mas aí...
Comecei a fumar e m drogar. Fui abandonada pelos m pais q n aceitavam, a religião n me aceitava, a sociedade n me aceitava... Numa das vezes q fui visitar meus pais eu acordei c meu pai acariciando meus seios....
Eu fui abusada. Meu pai teve q sair d casa mas minha mãe seria desassociada (expulsa da religião) se m pai n voltasse.
Ninguém da religião deles sabia o porquê do meu pai ter saído d casa. Tudo foi abafado c desculpa d q ele estava endemoniado. Ele foi perdoado p abusar d mim mas eu nunca fui aceita p ser bissexual.
Minha mãe pediu p eu voltar se eu terminasse c minha namorada. Eu terminei. Voltei p os meus pais pois eu queria ajudar m mãe a cuidar do meu irmão esquizofrênico. E parei d m drogar. Até voltei a frequentar o salão do reino.
Mas minha depressão aumentou. Aquele n era o meu lugar. Tudo aquele preconceito destilado contra pessoas q não seguiam essa religião era demais pra mim. A hipocrisia em apagar os pecados deles fazendo orações me dava nojo.
Meus amigos se afastaram d mim. Eu não queria aquela religião cheia de hipocrisia incluindo meus pais. Fui deixada de lado p ser "endemoniada" e ainda ter atração p mulheres.
Decidi dar um fim a minha vida e cortei meus pulsos.
Eu só estou viva porque encontrei homem q me aceitou do jeito q eu sou. Ele sofre com as crises q tenho depois de tanta merda q já aconteceu comigo.
Não sei onde procurar ajuda.
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2018.04.08 08:19 mateusmelo000 Num almoço descontraído, tirei graça sobre ser ateu E OLHA NO QUE DEU! (not clickbait)

[disclaimer: o que me aconteceu não costuma ser frequente, mas quando acontece é um puta dum saco ter que lidar]
[disclaimer 2: Desde os meus 15 anos, sou ateu. Cresci numa família altamente católica, estudei em colégio de freira e em colégios adventistas, então tinha tudo pra ser um bom menino temente a Deus. Minha família sempre me incentivou a estudar bastante e ser aplicado. Nos meus estudos, percebia que ciência e religião contrastavam bastante, então fiz a única coisa que um nerdão aprende a fazer bem no colégio: descabaçar todas as meninas da sala apliquei o método científico, me levando a ter uma série de questionamentos a respeito de ambas áreas do conhecimento (que foram altamente influenciados por trechos de stand up do george carlin). Cheguei a seguinte conclusão: Não há Deus. Lógico que eu tive toda aquela fase irritante em que eu tinha que provar pra tudo e todos que ateísmo era o caminho, e mais tarde, percebi que fazendo isso, eu não me tornava melhor do que qualquer testemunha de jeová que vinha num domingo de manhã enfiar goela abaixo a mensagem de Deus. Então cheguei à máxima: "A ideia de uma entidade divina pra PRA MIM, E PRA MIM TÃO SOMENTE, é ridícula, portanto só a mim compete saber isso". Desde então tenho vivido uma vida tranquila, discussões de religião não me enchem os olhos, não me privo de dizer expressões como cão dos infernos ou graças a deus ou nossa senhora e assisto as missas de aniversário dos meus parentes de boa.]
[COMEÇA AQUI] Minha tia se aposentou e decidiu se mudar para Belo Horizonte pra morar mais próximo do filho dela (aka meu primo). Este primo me ofereceu uma oportunidade de emprego interessante, logo decidi me mudar junto com minha tia para BH e então poder trabalhar com ele. Junto com a gente iria também a minha prima menor de 8 anos pra ter melhores condições de estudo e etc.
O apartamento em que moramos é bem próximo da casa dele, o que possibilita que ele venha pra cá com certa frequência. Seja pra lanchar, pra sair ou só matar a saudade da mãe, vira e mexe ele tá aqui. E com o trabalho, nos vemos mais ainda. Ele saiu de casa muito novo, então nunca fomos tão próximos. Ele tem uma certa personalidade passivo-agressiva um pouco tóxica, mas é um cara legal na medida do possível.
Hoje ele veio almoçar aqui. A comida era boa e minha tia falava com entusiasmo sobre as aulas de música que a minha priminha começou a ter na igreja aqui próximo. Sempre tive um interesse muita grande por isso. Ela me relatava sobre os instrumentos que eles lecionavam lá. Todos comiam. Até que em um certo ponto ela menciona que para as pessoas da igreja, as aulas eram de graça. Eu já tava com bastante interesse em fazer as aulas e em um tom bem despretensioso perguntei: "Tá, e pra pessoas ateias, quanto é?" Do nada, meu primo se intromete dizendo algo do tipo: "Pára de ficar dizendo que você é ateu. Você não é ateu! Você não sabe o que tá dizendo e nem sabe o que significa essa palavra. É melhor você estudar pra saber o que você tá falando". Aquilo foi inesperado pra mim, eu até repliquei meio sem graça: "mas eu sou ateu, cara" e quando eu vi que ele já ia começar a se aprofundar nesse discurso bobo, eu só assenti sarcasticamente: "Ok, então eu não sou ateu". Houve um rápido climão, alguém comentou sobre algo que passava na TV, a conversa voltou, e voltamos a comungar do almoço novamente.
Primeiro: Nem com ele eu tava falando. Não sei que porra de narrativa estúpida ele ia querer me aplicar pra tentar justificar que eu não era ateu, mas não querer comprar essas brigas é o que me mantém tranquilo sobre esse aspecto da minha vida. O foda é tentar explicar pra gente RETARDADA como ele que não se trata sobre NÃO QUERER ACREDITAR EM DEUS, é mais uma questão sobre SABER QUE NÃO HÁ ALGO PARA SER ACREDITADO EM PRIMEIRO LUGAR. A diferença é que eu nunca hostilizei ele por pensar desse jeito, até agora...
Segundo: CARALHO, ESTUDAR? EM PLENO 2018, A PRIMEIRA NOVINHA BUCHUDA QUE ESSE CARA VÊ NA RUA, ELE NEM PESTANEJA EM DIZER QUE ELA PROVAVELMENTE DEU PRA ALGUM CARA QUE NÃO QUER ASSUMIR A CRIANÇA E DO NADA ESSA MINA DE 15 ANOS LÁ DO CÚ DA GALILÉIA HÁ 2 MIL A ANOS ATRÁS ESTRANHAMENTE GERA UMA CRIANÇA DO NADA E SÓ POR QUE TÁ ESCRITO NUM LIVRO VELHO QUE FOI INTERVENÇÃO DIVINA, É VERDADE AGORA, É? ATA, DESCULPA AÍ EINSTEIN, EXCELENTE CONCLUSÃO.
Terceiro: Partícula a equivale a ausência, falta, negação + radical de origem grega theos significando divindade, entidade superior, deus = ateu.
Quarto: Fiz um curso de comunicação em rádio e TV no ano passado. Lá conheci um dos meus melhores amigos, um pastor de igreja. Ele nunca me impôs nada em relação a crença dele e numa conversa, questionei o quanto isso era incomum pra alguém como ele tendo como amigo, eu, um ateu. Ele me respondeu que isso era uma verdade pessoal de cada um e que é inútil tentar fazer alguém pensar ao contrário a menos que isso parta dela mesma.
CONCLUSÃO: Sejamos menos babacas e tentemos não tornar a vida uma experiência mais chata do que já é, tá bom, faces?
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2018.03.21 13:28 Eden_One Petição para obrigar as Testemunhas de Jeová a reormarem a sua política de discriminação social. Por favor participe com a sua assinatura.

ASSUNTO: PETIÇÃO PÚBLICA PEDE A EXTINÇÃO DA “ASSOCIAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ” E O CANCELAMENTO DO SEU ESTATUTO DE RELIGIÃO RECONHECIDA PELO ESTADO PORTUGUÊS
O dia 9 de Março de 2018 marcou a passagem do 40º aniversário da publicação, em Diário da República, I Série A, nº 57/78, da Declaração Universal dos Direitos do Homem; o dia 9 de Novembro de 2018 marcará a passagem do 40º aniversário da entrada em vigor na ordem jurídica portuguesa da Convenção Européia dos Direitos do Homem. Nestas convenções estão consagrados vários direitos fundamentais do ser humano, nos quais se incluem o direito à liberdade de pensamento, de opinião e de expressão, a liberdade de ter uma religião ou mudar de religião ou de crenças e de não ser inquietado, discriminado ou prejudicado por isso. Em sintonia com estas convenções, a Constituição da República Portuguesa consagra diversos direitos, liberdades e garantias pessoais, entre os quais se contam o direito à liberdade de consciência, de religião e de culto, bem como o direito à liberdade de expressão, de associação, o direito à integridade moral e física, o direito a não ser tratado com crueldade ou desumanidade, o direito ao bom nome e a não ser tratado com discriminação, entre outros. Acontece por vezes que o direito à liberdade religiosa colide com outros direitos fundamentais dos indivíduos. Quais são os limites da liberdade religiosa? Será que a liberdade de praticar uma religião permite atropelar outros direitos humanos fundamentais? Pode-se permitir tudo a uma organização religiosa em nome da liberdade religiosa consagrada na constituição? Este é um debate que a nossa sociedade precisa fazer. Em causa está o tratamento dispensado pelas Testemunhas de Jeová àqueles indivíduos, adultos e menores, que por algum motivo deixaram de estar afiliados com esta organização religiosa. As Testemunhas de Jeová têm uma prática de excomunhão que implica a completa ostracização social dos ex-membros e o ódio aos dissidentes de consciência; essa prática ensinada e implementada de forma institucional separa famílias e amigos, causa danos psicológicos profundos que podem, no limite, terminar no suicídio, coage os indivíduos, limita a auto-determinação da pessoa, destrói a sua auto-estima e agride a dignidade humana. Deve uma igreja que advoga práticas cruéis, desumanas e que violam a lei, a Constituição e os direitos humanos continuar a receber reconhecimento oficial do Estado? Pode e deve o Estado intervir no sentido de regular este conflito e proteger os cidadãos? Foi colocada online uma petição ao parlamento, no sentido de pedir a extinção da entidade colectiva religiosa que representa as Testemunhas de Jeová em Portugal e cancelar o seu registo como pessoa coletiva religiosa, retirando-lhe assim o estatuto de religião reconhecida oficialmente pelo Estado Português, até que esta prática de ostracização social seja cancelada definitivamente pelo grupo religioso e as suas vítimas aliviadas do sofrimento que por causa dela passam. É muito importante destacar o seguinte: Não se trata de pedir a proscrição ou o banimento desta religião, nem de impedir os indivíduos que professam esta fé se reunirem livremente ou divulgarem as suas crenças; entendemos que esses são direitos pacíficos e que não colidem com outros direitos individuais. Esta petição visa apenas o estatuto da entidade religiosa colectiva que as representa, e, caso a violação dos direitos humanos e constitucionais cesse de forma satisfatória e permanente, entendemos que as Testemunhas de Jeová deverão voltar a gozar de reconhecimento oficial. A petição pode ser encontrada no seguinte endereço: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ExtRegistoATJ Agradecemos a atenção e divulgação da iniciativa e a promoção do debate deste tema na sociedade. Para mais esclarecimentos poderá obter os contactos de quem propõe esta iniciativa enviando mensagem para o correio electrónico [email protected]
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2018.02.09 11:58 Eden_One Petição á Assembleia da República para retirar á Associação das testemunhas de Jeová o estatuto de religião oficialmente reconhecida pelo Estado.

COMUNICADO À IMPRENSA
ASSUNTO: PETIÇÃO PÚBLICA PEDE A EXTINÇÃO DA “ASSOCIAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ” E O CANCELAMENTO DO SEU ESTATUTO DE RELIGIÃO RECONHECIDA PELO ESTADO PORTUGUÊS.
Lisboa, 9 de Fevereiro de 2018
O dia 9 de Março de 2018 marca a passagem do 40º aniversário da publicação, em Diário da República, I Série A, nº 57/78, da Declaração Universal dos Direitos do Homem; o dia 9 de Novembro de 2018 marca a passagem do 40º aniversário da entrada em vigor na ordem jurídica portuguesa da Convenção Européia dos Direitos do Homem. Nestas convenções estão consagrados vários direitos fundamentais do ser humano, nos quais se incluem o direito à liberdade de pensamento, de opinião e de expressão, a liberdade de ter uma religião ou mudar de religião ou de crenças e de não ser inquietado, discriminado ou prejudicado por isso.
Em sintonia com estas convenções, a Constituição da República Portuguesa consagra diversos direitos, liberdades e garantias pessoais, entre os quais se contam o direito à liberdade de consciência, de religião e de culto, bem como o direito à liberdade de expressão, de associação, o direito à integridade moral e física, o direito a não ser tratado com crueldade ou desumanidade, o direito ao bom nome e a não ser tratado com discriminação, entre outros.
Acontece por vezes que o direito à liberdade religiosa colide com outros direitos fundamentais dos indivíduos. Quais são os limites da liberdade religiosa? Será que a liberdade de praticar uma religião permite atropelar outros direitos humanos fundamentais? Pode-se permitir tudo a uma organização religiosa em nome da liberdade religiosa consagrada na constituição? Este é um debate que a nossa sociedade precisa fazer.
Em causa está o tratamento dispensado pelas Testemunhas de Jeová àqueles indivíduos, adultos e menores, que por algum motivo deixaram de estar afiliados com esta organização religiosa. As Testemunhas de Jeová têm uma prática de excomunhão que implica a completa ostracização social dos ex-membros e o ódio aos dissidentes de consciência; essa prática ensinada e implementada de forma institucional separa famílias e amigos, causa danos psicológicos profundos que podem, no limite, terminar no suicídio, coage os indivíduos, limita a auto-determinação da pessoa, destrói a sua auto-estima e agride a dignidade humana. Deve uma igreja que advoga práticas cruéis, desumanas e que violam a lei, a Constituição e os direitos humanos continuar a receber reconhecimento oficial do Estado? Pode e deve o Estado intervir no sentido de regular este conflito e proteger os cidadãos?
Foi colocada online uma petição ao parlamento, no sentido de pedir a extinção da entidade colectiva religiosa que representa as Testemunhas de Jeová em Portugal e cancelar o seu registo como pessoa coletiva religiosa, retirando-lhe assim o estatuto de religião reconhecida oficialmente pelo Estado Português, até que esta prática de ostracização social seja cancelada definitivamente pelo grupo religioso e as suas vítimas aliviadas do sofrimento que por causa dela passam. É muito importante destacar o seguinte: Não se trata de pedir a proscrição ou o banimento desta religião, nem de impedir os indivíduos que professam esta fé se reunirem livremente ou divulgarem as suas crenças; entendemos que esses são direitos pacíficos e que não colidem com outros direitos individuais. Esta petição visa apenas o estatuto da entidade religiosa colectiva que as representa, e, caso a violação dos direitos humanos e constitucionais cesse de forma satisfatória e permanente, entendemos que as Testemunhas de Jeová deverão voltar a gozar de reconhecimento oficial.
A petição pode ser encontrada no seguinte endereço:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ExtRegistoATJ
Agradecemos a atenção e divulgação da iniciativa e a promoção do debate deste tema na sociedade. Para mais esclarecimentos poderá obter os contactos de quem propõe esta iniciativa enviando mensagem para o correio electrónico XXXXX
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2014.10.01 20:37 nerak33 Se censurarem o Fidelix, também precisa censurar este texto do Aldir Blanc

O texto é este. Vou colar integralmente e negritar algumas partes.
Marina continua enganando os trouxas
Aldir Blanc
Na ONU, a presidente Dilma foi contra o bombardeio indiscriminado do tal Estado Islâmico, que ninguém sabe direito onde fica. Obama criticou a “indiferença” com que assassinos são tratados. Quer falar sobre assassinos, Obananamole? O mundo viu em, estado de choque, aviões implodirem as Torres. Milhares de mortos numa ação terrorista. Sem dúvida, um assassinato em massa terrível. Em resposta, os EUA e aliados invadiram, com as bênçãos de Cristo e falsos motivos, o Iraque e mataram milhares e milhares de inocentes. Casamentos eram pulverizados, festas de aniversário, idem. Seguia-se o cínico pedido de desculpas. O Afeganistão foi tão bombardeado que montanhas inteiras sumiram do mapa. Resultado: voltou a cultura do ópio, com um gatuno como chefe de governo. Sem contar os trágicos mortos por fogo amigo. O capanga dos EUA, Israel, massacrou crianças refugiadas em escolas na Faixa de Gaza. A CIA patrocinou um golpe no Egito — país onde os EUA têm prisões clandestinas para torturar. Todos os opositores do golpe militar, muito bem pago, foram sentenciados em bloco à morte. Em 2008, na maior fraude já vista, Wall Street quebrou o mundo! Quantas vítimas fatais fizeram em toda a Terra, por desespero, doenças cardíacas, depressões, suicídios, fome etc? Como avaliar o número de vítimas? Tropas especiais assassinaram Osama por vingança. Eu pergunto: os que perderam parentes e amigos na roubalheira podem matar safados do Lehman, Bear Sterns, Merrill, Sachs sem fundos, AIG and so on? Os que tiveram suas vidas destruídas têm esse direito? Quando Obamascarado venceu pela primeira vez, Gore Vidal disse: “Vocês estão loucos? Não vai mudar nada!” Na mosca!
Aqui na Brasunda, um avião também explodiu. Há quem diga que foi sabotado pela CIA, Mossad, a poderosa empresa transacional Testemunhas de Jeová e outros interessados. Das cinzas, surgiu a Fênix Redentora, Marina d’Arc, com a Bíblia na mão, e o apoio financeiro de Nhá Neca Setúbal. Houve, digamos, um fenômeno carismático (Hitler também tinha carisma). E o corpus mysticum de Marina entrou em levitação. Até que foi descoberto o seguinte: o avião que matou, por ação da Providência Divina (?), o governador Campos estava boladão. Tinha empresas por trás com mais fantasmas que castelo inglês. Os documentos da aeronave sumiram, a caixa-preta pifou, e todos mentiram sobre isso: Campos, a cúpula do PSB e Marina. Campos parou de mentir por motivo de força maior. Marina continua enganando os trouxas. Disse que governará racionalmente, que a Bíblia é só inspiração. O que a inspira? A Matança dos Inocentes? Um pai que sacrificaria o filho porque o Velho é um Deus ciumento? O absurdo e cruel sofrimento imposto a Jó? Os incestos e traições? Arcanjos da SS de lança-chamas queimando os alegres moradores de Sodoma e Gomorra, que tinham direito à sexualidade que quisessem?
Na trilha do clássico de Chico Buarque, afastem do povo brasileiro essa bíblia arcaica, cheia de dólares e mentiras.
Agora deixem eu explicar.
Me corrijam se eu estiver enganado mas os elementos principais da fala horrível de Levy Fidelyx no debate da Record foram os seguintes:
  • Ele condena a homossexualidade. Uma das razões seria a suposta inaturalidade dos atos, incluindo uma condenação meio kantiana de transar de formas inférteis.
  • A maioria que pensa como ele não deve ter medo de expressar seus valores.
  • Atos homoafetivos são ofensivos para ele.
  • Não tem intenção de mexer nas leis a respeito nem de forma progressista nem de forma retrógrada.
Me dispenso a comentar as idiotices. Todas elas temperadas com uma linguagem grosseira.
É evidente que o candidato ofendeu milhões de pessoas, inclusive quem não é homossexual. É a intolerância, a linguagem chula pra falar de assuntos sensíveis, a irracionalidade dos argumentos.
Já no texto de Blanc há:
  • Parágrafo em defesa da política externa brasileira (nada contra)
  • Suspeitas sobre a honestidade moral e intelectual da candidatura do pSB (nada contra)
  • Acusação de que Marina seria irracional por ler a Bíblia
  • Uma tentativa de demonstrar que a Bíblia é irracional e desprezível
  • Fecha dizendo que a Bíblia é prejudicial ao povo e que a religião é um negócio
Uma linguagem quase tão grosseira quanto a de Fidelix permeia o texto todo.
Outra semelhança é a irracionalidade. As críticas que Blanc faz à Bíblia são adolescentes e em alguns casos, ignorantes, de quem passou longe do texto (os sodomitas tinham o direito de estuprar anjos?).
Ler esse texto, que me foi enviado, ainda por cima, por um parente que não gostou nada quando me converti do ateísmo pro protestantismo, me deixou triste, com a cara no chão, por um dia inteiro. Além de execrar coisas sagradas pra mim, Blanc me chama de imbecil. Ri de mim com aquele desdém violento que nenhuma fé em si mesmo consegue ignorar.
Sendo direto, acho que Blanc e Fideliz fizeram a mesma coisa. Mas eu não processaria o Blanc.
Não processaria porque minha liberdade religiosa inclui o direito de apontar para as outras religiões e chamá-las de mentiras. Pois se elas não forem mentiras, então a minha não é verdade! Está no texto, está no cânone, está na minha experiência e na minha razão que outras religiões afastam de Deus. As religiões discordam umas das outras num nível muito essencial. Precisa haver o respeito entre os praticantes. Precisa haver honestidade nas críticas. Mas se eu não tenho o direito de me opor ao politeísmo e ao ateísmo, eu não tenho o direito de ser abraâmico. Se eu não tenho o direito de me opor ao judaísmo e ao islamismo, dizer que eles estão errando e errando feio, não tenho o direito de ser cristão.
Não existe ateísmo sem a negação das religiões ocidentais. Por mais que eu não me convença sequer da validade de certas crenças ateístas, se eu negar o direito de as pessoas acreditarem nelas - ou seja, coisas como a irracionalidade da fé, a malevolência dos textos antigos, o prejuízo causado pela religião - estou negando o direito de elas serem atéias.
Blanc é um imbecil, como Fidelix. Eu jamais me referiria a religião de outra pessoa da forma que ele se referiu à minha. Jamais, aliás, acreditaria que alguém é mais burro só por ser de outra religião. Condeno Blanc veementemente, como também condeno o candidato do PRTB. E é isso. Se eu tomar qualquer atitude legal, estou atacando meus próprios direitos.
Punir um ofensor sacia nossa sede de justiça, aplaca o desamparo de sentir que nosso sofrimento é invisível. Não é mesquinho desejar a punição, mas nesse caso é melhor buscar o amparo e a justiça na fraternidade da maioria que não é tão desprezível quanto aqueles dois.
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